De cima do palco, dava pra ver tudo. E o que eu via não era só festa — era gente.
O que a estrada me ensinou
Todo show que a gente tocava, eu descia do palco e ouvia a mesma coisa: falta posto de saúde, falta oportunidade pros jovens, falta quem escute de verdade. Foram anos de estrada com a Banda Garrafão — e em cada cidade, a festa também mostrava as dores de quem mora ali.
"Cansei de ver decisão importante ser tomada por gente que nunca pisou no chão dessas cidades."
Por que ocupar esse espaço
Não como projeto pessoal — como continuação da minha vida: estar perto e servir. Isso aqui não é campanha tradicional, é mutirão. Todo mundo que já cantou junto, dançou junto e levantou a mão numa festa da Banda Garrafão agora pode fazer parte de uma coisa maior.
A pauta do mutirão
- Cultura que sustenta: verba federal pra festa, rodeio e evento popular — emprego pra quem faz a festa acontecer.
- Saúde de verdade: atendimento rápido no interior, sem precisar viajar pra ser atendido.
- Agro forte: cooperativismo e desoneração pra quem planta e cria no Paraná.
- Bastidor valorizado: direitos pra técnico de som, motorista, garçom — a engrenagem por trás de cada show.
Compromisso assumido, na estrada, sempre foi compromisso cumprido. Na vida pública vai ser igual — porque nosso time é o povo.